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O PRIMEIRO PASSO PARA PRODUZIR UM CONTEÚDO MINIMAMENTE…BOM.

Qualidade de comunicação diz mais respeito à sua capacidade de ser autêntico e ter os olhos voltados para a sua audiência e para as necessidades dela, e não as suas.

É importante que você entenda o que você pode fazer para realmente criar conteúdo que façam a diferença para um público mais específico, talvez não em suas características, mas sim no seu momento na vida, que são os pacientes da sua clínica ou consultório.

Neste e-mail, quero te apresentar o primeiro passo para trabalhar seu conteúdo com a qualidade necessária para que atraia novos pacientes.

Entendo que algumas coisas que vou falar aqui não são exatamente novas para você, mas convenhamos: se ainda está buscando ajuda, talvez você simplesmente não esteja aplicando. Inclusive por isso, já deixo claro: o ato contínuo a ler este e-mail precisa ser aplicar o conhecimento sem demora.

Afinal, a única coisa que cresce parado é pão, ainda assim só depois de uma boa sova.

A regra de falar apenas com uma pessoa

Acho que uma das frases mais manjadas – mas ainda assim verdadeira – do marketing é “conheça o seu público”. Faz sentido, sim, você conhecer o seu público, pois uma das coisas mais corrosivas para qualquer negócio e acreditar na ilusão de que está lá para atender todo mundo, como se o contrário disso fosse enxotar pessoas com uma vassoura na porta.

Nada mais distante da realidade.

Conhecer seu público permite que você busque as pessoas certas, garantindo que não vai jogar dinheiro fora falando com que não está disposto a te ouvir. É um conceito fácil de entender, quando pensamos numa analogia bem básica: um médico pode tratar de dores de cabeça e de um osso quebrado, mas um ortopedista preferencialmente vai tratar do osso quebrado.

Assim, você irá buscar pessoas que precisem de determinadas especialidades e falar com elas entendendo as dores específicas que sofrem.

Dito o óbvio, precisamos mergulhar um pouco mais fundo.

Falar com um grupo não é o bastante para tornar o seu conteúdo. Para torná-lo autoral e próximo o bastante do seu público, para cativar e criar uma audiência que permita aumentar o número de consultas e também elevar o preço delas, você vai precisar falar apenas com uma pessoa.

E quem é essa pessoa?

Bem, posso te falar antes quem ela não é.

Ela não é ”homens de 35-45 anos, com ensino superior incompleto, do bairro X, Y e Z, classe média alta, praticantes de ciclismo”. O cara com quem você vai falar não é o grupo de pessoas obtidos numa pesquisa demográfica de público-alvo que você fez com os dados IBGE.

Menos ainda uma soma dos pacientes que você vê entrando pela porta do consultório, ou naqueles velhos atendimento informais de amigos.

Esse cara, na verdade, é o seu Bob.

Mas pode ser o seu José, Bruno, Alfredo, Lúcia, Joana ou Catarina. O nome você vai escolher, mas o uso é o mesmo. Ele é a personificação do seu paciente ideal, que cumpre três requisitos básicos: precisa de você, admira seu trabalho e pode pagar seu preço. Esse personagem servirá para que, quando olhar para a câmera do celular para gravar um story, ou quando estiver escrevendo um post, você fale para ele.

Dessa forma, sempre será uma conversa entre você e ele, de uma forma mais direta, simples e íntima. Ele servirá para que você não ache que está no meio de uma palestra diante de dezenas de pessoas, mas sim falando com apenas uma pessoa que fortuitamente estará do seu lado para que possa tratar de assuntos técnicos, práticos e da vida.

Essa personalidade – ou persona, para os íntimos – é o que tornará sua comunicação eficiente e humana, trazendo seu conteúdo para um patamar minimamente bom e fazendo sua audiência entender, se aproximar e respeitar ainda mais sua autoridade, com todas as implicações positivas que certamente virão junto.

Portanto, chame sua persona para conversar quando quiser expor uma ideia, com a certeza de que sua audiência se sentirá tão próxima quanto, pois quando você falar com o seu “André”, estará falando com todas as pessoas que, humanas e reais, tenham as mesmas dores desse personagem imaterial.

E finalizando, lembre-se: tudo isso só fará sentido se você efetivamente colocar em prática.

Até a próxima!

Paulo Venturin
Paulo Venturin

Audácia é fazer!
Empreendedor, publicitário e paraense.

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